Cleidson Rabelo

Minha essência? meu caráter ? sou diferente, inteligente, vivo, sonhador, amigo, justo, vencedor, feliz, visionario, as vezes cetico, espiritualizado, apaixonado, falo muito, as vezes nem tanto, inquieto, meio louco sim mas e dai? detesto falsidade e qualquer coisa do tipo, não dou trabalho a ninguem, sou sensivel e as vezes frio tambem, se tenho defeitos? nem preciso responder não é? minhas qualidades superam meus defeitos com grande folga, enfim um ser unico, especial, numa constante busca. Quem conhece sabe. Aqui nesse espaço irei expor aquilo que gosto ou não gosto, aquilo que me chamar a atenção. Quero aqui expor um pouco mais sobre meus pensamentos, minhas crenças, meus desejos, anseios. É isso quem puder que me acompanhe. Sou Cleidson Rabello.

My essence? my character? I am different, intelligent, alive, dreamer, friend, right, winner, happy, visionary, sometimes skeptical, spiritual, passionate, talk a lot, sometimes not so much, restless, crazy yes but so what? falsehood and hate anything like that, do not give work to anyone, I am sensitive and sometimes too cold, if I have faults? no need to answer is not it? my strengths outweigh my shortcomings with large clearance finally be a unique, special, constantly searching. Those who know know. Here in this space I will expose what I like or not like, what my attention. Here I want to expose a little more about my thoughts, my beliefs, my desires, longings. Is that who can accompany me. I'm Cleidson Rabello
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Não é a morte que um homem deve temer, mas nunca ter começado a viver.
Marco Aurélio (via sylvioros)

Lindo

Sempre a globo tenta algo

Eu fiz o meu melhor. Essa é toda filosofia que um ser vivo precisa.
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come around again // thomas mcdermott

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País rico é país feliz? Antes de esboçar alguma resposta, é preciso definir como se calcula a riqueza de uma nação. O Produto Interno Bruto (PIB), que abrange a produção de bens e serviços, foi idealizado nos anos 1930 por Simon Kuznets, um russo naturalizado americano que ganhou o Prêmio Nobel de Economia pela metodologia criada. O índice teve muita utilidade no período pós-guerra, quando a economia de vários países estava dilacerada e o processo de recuperação precisava ser mensurado. Por esse critério, os Estados Unidos ainda são a maior economia do planeta. No entanto, alguns especialistas começam a questionar o indicador, pois um PIB musculoso nem sempre significa um elevado padrão de qualidade de vida para as pessoas.


“Um país rico não é necessariamente feliz, pois a felicidade de quem já é milionário não aumenta com mais dinheiro”, diz o economista Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP. Ele lembra que a percepção de felicidade da população americana diminuiu nos últimos 40 anos, embora a economia tenha crescido no mesmo período. “Por outro lado, a qualidade de vida de uma nação pobre aumenta no mesmo ritmo da expansão da sua renda, pois ter dinheiro para comer um franguinho com a família no fim de semana é muito bom.” Além de não conseguir medir o bem-estar da sociedade, o PIB não leva em consideração se o crescimento é sustentável e ainda valoriza fatores que podem ser considerados negativos como impulsionadores da economia.

“O desastre ambiental no Golfo do México exigiu gigantescos investimentos de limpeza, o que estimulou a atividade econômica americana”, diz Dowbor. “Isso é irracional.” O coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, Oded Grajew, compartilha essa opinião. “A criminalidade movimenta quase 10% do PIB brasileiro, pois gera demanda por seguranças privados, cadeados, câmeras e seguros”, diz Grajew. Em busca de uma outra forma de observar a riqueza do Brasil, a Fundação Getulio Vargas (FGV-SP) decidiu lançar uma versão nacional da Felicidade Interna Bruta (FIB), um índice criado em 1972 no Butão, um pequeno reino nas cordilheiras do Himalaia, entre a China e a Índia.

O FIB mede a satisfação da população a partir de nove itens, como educação, padrão de vida e uso do tempo no dia a dia. A FGV pretende adaptar alguns itens à realidade nacional, sem deixar de incluir o próprio PIB e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no cálculo. O novo índice pode ajudar o governo a planejar e executar as políticas públicas que proporcionem bem-estar à população. No Butão, o assunto é tão levado a sério que o governo tem até o Ministério da Felicidade para monitorar o assunto. Será que a moda pega por aqui?

Por Luís Artur NOGUEIRA Isto è dinheiro

ninbra:

Full Moon, Cloud and Crow.

Eu descanso carregando pedras.

Eu descanso carregando pedras.

O Brasil gastou no ano passado R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT). O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no mesmo período.

A divulgação foi feita na véspera do Dia Mundial sem Cigarro, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no País. São 130 mil óbitos anuais (350 por dia). Os resultados são fruto da análise de dados de 15 doenças relacionadas ao cigarro. Quatro delas - cardíacas, pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão e acidente vascular cerebral - responderam por 83% dos gastos.


Os custos, segundo uma das coordenadoras do estudo, a economista da Fundação Oswaldo Cruz Márcia Teixeira Pinto, são referentes às despesas tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na saúde suplementar. “Há tempos buscamos números que indiquem o impacto do tabagismo na economia do País”, diz a diretora executiva da ACT, Paula Johns. Um dos argumentos da indústria do fumo para frear medidas de prevenção é a alta arrecadação de impostos, além da alta quantidade de empregos concentrada na atividade.


No debate mais recente, feito durante a discussão da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para proibição de aditivos ao cigarro, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontou que em 2010 a indústria recolheu R$ 9,3 bilhões de tributos e gerou receita de R$ 4,1 bilhões. “Não concordamos com o número apresentado por eles de arrecadação. Mesmo assim, é mais do que a metade do gasto com doenças”, afirma Paula.


Segundo ela, os números mostram que ainda há muito o que ser feito no combate ao tabagismo. Entre reivindicações está a regulamentação da lei que proíbe fumo em locais públicos fechados e a da proibição de propaganda nos locais de venda.

Por: O Estado de S.Paulo.

Baratas são mais do que um bicho asqueroso e que sobreviveria à uma guerra nuclear: elas também sofrem de solidão e têm a capacidade de fazer amigos e serem sociáveis.

Segundo uma pesquisa divulgada na revista “Insectes Sociaux”, as baratas não gostam de ficar sozinhas e sofrem problemas de saúde quando isso acontece. Se isoladas, algumas espécies de barata demoram mais a crescer.

De acordo com o experimento, elas são animais sociáveis e reconhecem outros membros da família. Conforme o estudo, as baratas formam sociedades igualitárias, com regras e estruturação sofisticados, e são capazes de escolher a melhor decisão para o bem-estar da comunidade.

Por: Charles Nisz - Folha de São Paulo

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hologram girl // miniature tigers

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Pesquisadores no Japão bateram o recorde de transmissão de dados sem fio na faixa de terahertz, uma parte até então inexplorada do espectro eletromagnético.

A taxa de transmissão dados é de 20 vezes maior do que o modo padrão de transmissão wi-fi.
Como os consumidores estão cada vez mais ávidos em poder obter rapidamente um grande quantidade de dados de áudio, vídeo e texto, as bandas de frequência mais baixa, que constituem o padrão habitual, ficaram sobrecarregadas.

Por: BBC Brasil