(via likeagodfather)
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País rico é país feliz? Antes de esboçar alguma resposta, é preciso definir como se calcula a riqueza de uma nação. O Produto Interno Bruto (PIB), que abrange a produção de bens e serviços, foi idealizado nos anos 1930 por Simon Kuznets, um russo naturalizado americano que ganhou o Prêmio Nobel de Economia pela metodologia criada. O índice teve muita utilidade no período pós-guerra, quando a economia de vários países estava dilacerada e o processo de recuperação precisava ser mensurado. Por esse critério, os Estados Unidos ainda são a maior economia do planeta. No entanto, alguns especialistas começam a questionar o indicador, pois um PIB musculoso nem sempre significa um elevado padrão de qualidade de vida para as pessoas.

“Um país rico não é necessariamente feliz, pois a felicidade de quem já é milionário não aumenta com mais dinheiro”, diz o economista Ladislau Dowbor, professor da PUC-SP. Ele lembra que a percepção de felicidade da população americana diminuiu nos últimos 40 anos, embora a economia tenha crescido no mesmo período. “Por outro lado, a qualidade de vida de uma nação pobre aumenta no mesmo ritmo da expansão da sua renda, pois ter dinheiro para comer um franguinho com a família no fim de semana é muito bom.” Além de não conseguir medir o bem-estar da sociedade, o PIB não leva em consideração se o crescimento é sustentável e ainda valoriza fatores que podem ser considerados negativos como impulsionadores da economia.
“O desastre ambiental no Golfo do México exigiu gigantescos investimentos de limpeza, o que estimulou a atividade econômica americana”, diz Dowbor. “Isso é irracional.” O coordenador-geral da Rede Nossa São Paulo, Oded Grajew, compartilha essa opinião. “A criminalidade movimenta quase 10% do PIB brasileiro, pois gera demanda por seguranças privados, cadeados, câmeras e seguros”, diz Grajew. Em busca de uma outra forma de observar a riqueza do Brasil, a Fundação Getulio Vargas (FGV-SP) decidiu lançar uma versão nacional da Felicidade Interna Bruta (FIB), um índice criado em 1972 no Butão, um pequeno reino nas cordilheiras do Himalaia, entre a China e a Índia.
O FIB mede a satisfação da população a partir de nove itens, como educação, padrão de vida e uso do tempo no dia a dia. A FGV pretende adaptar alguns itens à realidade nacional, sem deixar de incluir o próprio PIB e o Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) no cálculo. O novo índice pode ajudar o governo a planejar e executar as políticas públicas que proporcionem bem-estar à população. No Butão, o assunto é tão levado a sério que o governo tem até o Ministério da Felicidade para monitorar o assunto. Será que a moda pega por aqui?
Por Luís Artur NOGUEIRA Isto è dinheiro
Full Moon, Cloud and Crow.
O Brasil gastou no ano passado R$ 21 bilhões no tratamento de pacientes com doenças relacionadas ao cigarro, revela estudo inédito financiado pela Aliança de Controle do Tabagismo (ACT). O valor equivale a 30% do orçamento do Ministério da Saúde em 2011 e é 3,5 vezes maior do que a Receita Federal arrecadou com produtos derivados ao tabaco no mesmo período.
A divulgação foi feita na véspera do Dia Mundial sem Cigarro, criado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). O estudo demonstra ainda que o tabagismo é responsável por 13% das mortes no País. São 130 mil óbitos anuais (350 por dia). Os resultados são fruto da análise de dados de 15 doenças relacionadas ao cigarro. Quatro delas - cardíacas, pulmonar obstrutiva crônica, câncer de pulmão e acidente vascular cerebral - responderam por 83% dos gastos.
Os custos, segundo uma das coordenadoras do estudo, a economista da Fundação Oswaldo Cruz Márcia Teixeira Pinto, são referentes às despesas tanto no Sistema Único de Saúde (SUS) quanto na saúde suplementar. “Há tempos buscamos números que indiquem o impacto do tabagismo na economia do País”, diz a diretora executiva da ACT, Paula Johns. Um dos argumentos da indústria do fumo para frear medidas de prevenção é a alta arrecadação de impostos, além da alta quantidade de empregos concentrada na atividade.
No debate mais recente, feito durante a discussão da resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) para proibição de aditivos ao cigarro, a Associação dos Fumicultores do Brasil (Afubra) apontou que em 2010 a indústria recolheu R$ 9,3 bilhões de tributos e gerou receita de R$ 4,1 bilhões. “Não concordamos com o número apresentado por eles de arrecadação. Mesmo assim, é mais do que a metade do gasto com doenças”, afirma Paula.
Segundo ela, os números mostram que ainda há muito o que ser feito no combate ao tabagismo. Entre reivindicações está a regulamentação da lei que proíbe fumo em locais públicos fechados e a da proibição de propaganda nos locais de venda.
Por: O Estado de S.Paulo.
Baratas são mais do que um bicho asqueroso e que sobreviveria à uma guerra nuclear: elas também sofrem de solidão e têm a capacidade de fazer amigos e serem sociáveis.
Segundo uma pesquisa divulgada na revista “Insectes Sociaux”, as baratas não gostam de ficar sozinhas e sofrem problemas de saúde quando isso acontece. Se isoladas, algumas espécies de barata demoram mais a crescer.
De acordo com o experimento, elas são animais sociáveis e reconhecem outros membros da família. Conforme o estudo, as baratas formam sociedades igualitárias, com regras e estruturação sofisticados, e são capazes de escolher a melhor decisão para o bem-estar da comunidade.
Por: Charles Nisz - Folha de São Paulo
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hologram girl // miniature tigers
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Pesquisadores no Japão bateram o recorde de transmissão de dados sem fio na faixa de terahertz, uma parte até então inexplorada do espectro eletromagnético.
A taxa de transmissão dados é de 20 vezes maior do que o modo padrão de transmissão wi-fi.
Como os consumidores estão cada vez mais ávidos em poder obter rapidamente um grande quantidade de dados de áudio, vídeo e texto, as bandas de frequência mais baixa, que constituem o padrão habitual, ficaram sobrecarregadas.
Por: BBC Brasil